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Emprego Número 49: Facebook vs Twitter - De "Criadores" a "Transmissores"

Assim vai a presença nas redes sociais! Se até há bem pouco tempo atrás o nosso deleite era criar conteúdo para as redes sociais, neste momento, pffff - já lá vai.
Começou a migração do papel que os utilizadores de redes sociais têm, e quem ganha mais com isto: o Twitter! 

Segundo os dados do último relatório da GlobalWebIndex, percebe-se que existe uma clara perda de utilizadores do Facebook, devido já apelidado “síndrome de fadiga social”; aliás, é a mesma doença que o MySpace, Hi5 e outros já experimentaram. Esta diminuição de utilizadores do Facebook decorre essencialmente nos mercados onde já está em fase de maturidade: EUA, Reino Unido e Canadá; e onde o número actual de mensagens e actualizações de estado já caiu cerca de 15%, porém, a utilização global de redes sociais foi incrementada consideravelmente.
Mas nem tudo são más notícias, a participação noutras redes sociais está a crescer 40%. E não, não é apenas o factor novidade do Google +, que se estima deverá ultrapassar o LinkedIn e o Twitter em volume de utilizadores até ao final do ano, mas as redes de microblogging estão a crescer a olhos vistos – conclusão: as pessoas estão a mudar a maneira como usam as redes sociais!
Em vez de “criadores” de conteúdo, o nosso papel está a mudar para "transmissores" de conteúdo, o que destaca a importância destes recursos para as empresas. As marcas podem e devem aproveitar esta tendência e passar a oferecer conteúdos valiosos, relevantes e de interesse e não criar apenas ruído – o verbo a utilizar é “propagar”!
A mudança do papel dos utilizadores coloca o Twitter no patamar cimeiro, porque é mais do que uma simples rede social, é um sistema de microblogging e já demonstrou ser, sem dúvida alguma, uma poderosa ferramenta de comunicação, algo que se torna evidente cada vez que acontece alguma coisa no mundo: a exemplo os “London riots” ou a queda do regime no Egipto.
Facebook vs Twiter: Gerar conteúdo e compartilhá-lo no Twitter já é imperativo, até mais do que fazê-lo através do Facebook, que, embora tenha uma grande quantidade de utilizadores (750M), já deu para perceber que vai perder força, bem como a sua influência, e mais, convenhamos que a eficiência e a fluidez do Facebook não são tão grandes como a do Twitter.