De uma forma quase natural, entro no escritório e faço “Check-In” no Foursquare – simples, não é?
Pois, em Portugal ainda somos um nicho demasiado pequeno (um pouco à semelhança do tamanho do País) para alguém olhar para os utilizadores de Serviços Baseados em Localização como sendo um alvo com ROI suficiente e que nos aponte uma seta para nos “atacar”.
Bem, genericamente, para o consumidor, um LBS é um serviço prestado a um subscritor baseado na sua posição geográfica actual; já para o prestador, um LBS é um meio de distribuição de serviços personalizados aos seus subscritores.
Nos últimos tempos, temos assistido a uma convergência perfeitamente natural de três tecnologias que evoluem ao minuto, e que, quando associadas proporcionam um sem-fim de momentos de interacção entre prestadores e subscritores – a convergência da Internet, com o GPS e o Mobile, muito por culpa do rápido desenvolvimento deste último meio, tornou muito mais simples a interacção entre as marcas e os seus users! Se pensarmos bem, e tal como analisei já na apresentação sobre Social Media e Futuro, a evolução natural desta convergência vai permitir às marcas prever comportamentos através das deslocações geográficas dos seus users – o “onde estou” do Foursquare vai muito rapidamente passar a “Onde vou” (Forecast) e “Onde devo ir”, onde os utilizadores das aplicações mobile disponíveis para este efeito deixarão de ser reféns da sua própria privacidade quando agraciados pelas marcas ao afirmarem a sua localização num determinado momento. O desafio que se coloca às marcas é como conseguir criar experiências que alimentem este ego bonacheirão do simples utilizador dos LBS – que tipo de retorno poderá aspirar um utilizador que efectue um check-in no McDonald’s do Vasco da Gama, através do seu Foursquare?
(mais... num próximo emprego)

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